No Hell Architect nós somos os gerentes do inferno, isto porque suponho que Lúcifer depois de uma eternidade a lidar com isto lá decidiu tirar umas férias. O nosso trabalho é cuidar e também massacrar toda a “boa” gente que lá vai parar.
Assim que iniciamos as partidas são entregues ao nosso cuidado uma equipa de pecadores, como bons gerentes que somos temos de os por a trabalhar, sendo que o início do jogo se resume a minar materiais e a estabelecer uma base para onde os nossos pecadores possam viver. Apesar de sermos o que suponho ser mais um demónio no inferno, não quer dizer que somos más pessoas, até porque temos de cuidar dos pecadores como se cuida de um filho (comida,bebida,descanso) e se não cuidarmos eles acabam por morrer (outra vez?) e ficam presos no limbo, o que é mau porque se eles morrerem todos quem vai trabalhar?
Nem tudo no inferno são rosas com já seria de esperar, aí é onde entram os dois recursos com o nome de Suffering e Essence, sendo apenas estes recursos os que fazem com que o Hell Architect seja diferente de outros jogos de gerir colónias.
O suffering é produzido quando se tortura os nossos pecadores e para isso temos uma panóplia de máquinas de tortura desde Iron Maidens a cadeiras elétricas, tornando o jogo no sonho húmido da inquisição ou da malta da época medieval. Temos também a essence que finalmente nos faz sentir parte do poder de um senhor do submundo, tudo se resume a sacrificar os nossos pecadores de formas macabras, para, tal como o nome indica roubar a essência deles. Infelizmente estes recursos não adicionam muita coisa ao jogo, sendo que apenas servem para certas construções e para fazer upgrades.

Um dos cenários em que temos de limpar um dos círculos do inferno que são pouco utilizados
O Hell Architect conta com um tema engraçado e bastante humor nos cenários que nos apresenta, mas infelizmente torna-se aborrecido passado umas horas de jogo. Num género de jogo que conta com jogos como Oxygen Not Included e Rimworld, o Hell Architect pouco faz para quebrar o molde, sendo que grande parte do nosso tempo de jogo se resume a esperar enquanto se recolhe recursos para construir alguma coisa nova que pouco vai mudar na nossa colónia. Na minha opinião é um jogo que beneficiava se não contasse com a parte de controlar as necessidades dos nossos pecadores, ou se essas necessidades fossem reduzidas, porque no final de contas estamos todos no inferno.
Prós:
Contras:
Nota final: 3/5
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Não tem uma estátua, mas tem muita qualidade.
Desloca-te de barco, trepa, interage e explora as bonitas ruinas de um mundo submergido.
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