A Morte quer dominar o reino dos vivos e cabe-nos a nós, um agente de uma agência ultra hiper mega secreta, cujo o nome não faço a mínima ideia (nem me lembro do nome ser mencionado) e à sua espada falante (que não se sabe como foi parar às mãos do nosso herói) impedir os planos da Morte. A estrutura do jogo é baseada nos primeiros jogos do género, como Doom, Duke Nukem, etc. Começamos no nosso escritório onde não podemos fazer nada além de aceder à nossa pasta de casos por resolver, que representam os diversos níveis. O jogo não apresenta qualquer tipo de progressão, ou seja, qualquer tipo de melhoramento encontrado durante um dos níveis (quer seja uma nova arma ou um coração para aumentar a vida máxima), é completamente descartado ao terminarmos o dito nível e quando iniciarmos o próximo ou até mesmo repetirmos o mesmo nível começamos do zero.
Apesar de cada nível ocorrer numa área diferente, todos apresentam o mesmo conjunto de objetivos, que são separados por graus de dificuldade (que também afeta o número de inimigos que aparece em cada nível). Infelizmente não é nada de se ficar impressionado, na dificuldade mais baixa apenas temos de terminar o nível, na intermediária somos obrigados a encontrar um objeto específico que nos obriga a explorar as áreas com mais cuidado, e na dificuldade mais alta temos de ter cuidado para não matarmos nenhum civil, algo que não tem qualquer dificuldade, pois não passam de 3 ou 4 NPCs parados em locais específicos que nem são atacados pelos inimigos, pelo menos de propósito, porque se tiverem a infelicidade de estarem no caminho de um projétil inimigo, era uma vez um civil e se algum dos objetivos não for completado ao terminar o nível, a missão é dada como fracassada.
A jogabilidade é sólida, o combate corpo a corpo é um pouco impreciso e atabalhoado, mas funciona quando precisamos dele, enquanto que o combate com armas de fogo é suave como um rabinho de um bebé, as armas são precisas e funcionam como devem funcionar, o revólver e a espingarda são perfeitos para os "headshots" enquanto a caçadeira consegue limpar vários inimigos em simultâneo e ainda temos mais algumas opções no nosso arsenal.
Continuando com os pontos positivos, gostei bastante do design dos diferentes níveis (especialmente o nível do navio), as áreas são consideravelmente grandes o que nos permite movimentarmos com alguma liberdade e até mesmo correr através dos inimigos sem termos de os combater (algo que pode aliciar os "speedrunners"), existe alguma variedade nos locais (como mansões, criptas e algumas áreas florestais), algumas secções conseguem ser desafiantes devido à variedade considerável de inimigos que vão desde os típicos humanoides e cães do inferno a pássaros com braços e pernas, e alguns demónios saídos diretamente do Doom, e para terminar a arte visual desenhada à mão com tons cinza e alguns salpicos de cor aqui e ali, apesar de não deslumbrar tem o seu charme e ajuda esconder as limitações gráficas típicas presentes em projetos produzidos por pequenos estúdios.
Passando agora a alguns pontos menos impressionantes e que impedem o jogo de chegar a patamares mais altos, pontos como a IA que precisa de muito trabalho, os inimigos são pouco agressivos, caminham em linha reta na nossa direção fazendo deles alvos fáceis, se arrancarmos a arma a um inimigo humanoide ele fica parado a olhar-nos nos olhos como um cachorrinho apaixonado e os cães que estão programados para simplesmente correr na nossa direção, sofrem de amnésia e ficam parados no tempo. Isto afeta também os bosses, o que é uma pena porque têm potencial para serem encontros temíveis devido ao seu aspeto e tamanho, mas acabam por ser combates de baixa dificuldade. O movimento dos inimigos é igualmente fraco, nada fluído nem natural e até chega a ser engraçado ver os inimigos humanoides a contorcerem o corpo para nos atacarem (isto porque a IA apenas consegue mover o torso dos inimigos quando nos posicionamos por detrás deles). A falta de objetivos e da sua variedade também tornam o jogo um pouco repetitivo e monótono. E por fim, o que mais me irrita no jogo, os efeitos sonoros, quer dizer a banda sonora também não é nada memorável, mas ao menos passa despercebida, ao contrário dos efeitos sonoros que são... maus... horríveis, tudo desde o som das armas até aos efeitos dos inimigos a morrerem.
Kingdom of the Dead não é um jogo memorável, mas também não é um jogo mau, tem uma boa base com níveis bem construídos e jogabilidade sólida, o que lhe dá potencial para melhorar bastante, isto se o estúdio conseguir melhorar as animações, a IA, a qualidade sonora e se possível, acrescentar um pouco mais de conteúdo, como novos níveis e novos objetivos.
| Pontos Positivos: | Pontos Negativos: |
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3/5 |
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