B.I.O.T.A. é um jogo indie de plataformas e tiros em 2D do género MetroidVania, foi desenvolvido pelo estúdio Small Bros, composto por um só homem: Ivan Porrini, e publicado pela RetroVibe Games. Este jogo é-nos apresentado num estilo gráfico de 8-bits, conferindo-lhe uma aparência muito retro, demasiado retro até... mas já lá vamos.

A história de B.I.O.T.A. é bem interessante, e um ponto forte desta proposta. Resumidamente, no início do Século 22 um meteorito caiu no Planeta Terra, trazendo consigo um novo elemento até então desconhecido pela humanidade: Viridium. Este elemento tornou-se na principal fonte de energia e permitiu o início das viagens interplanetárias. As empresas mineiras começaram rapidamente a criar colónias por todo o Sistema Solar de forma a obterem mais Viridium, e o seu poder cresceu ao ponto de superarem governos e nações, principalmente o da mega-corporação V-Corp. Em 2177 começam a surgir relatos de que uma das minas da V-Corp localizada no asteróide "Frontier Horizon" foi contaminada por um organismo biológico. A equipa de forças especiais Gemini II Squad é então destacada para investigar estas alegações, de forma não-oficial, claro.

Neste jogo controlamos 1 de 8 possíveis personagens (que podemos trocar a qualquer altura), cada um com habilidades e estilos diferentes. Exemplos: Flynt é um Sniper que tem a arma com mais alcance e habilidade de matar inimigos a partir de qualquer ponto do mapa. O Zeed tem uma caçadeira que faz muito dano em curto alcance, e a possibilidade de usar um escudo. O Kirill usa uma Thermo-Gun e consegue plantar C4 para danos brutais. Algumas áreas do mapa requerem um personagem específico para atravessar, e noutras existem veículos ao nosso dispor: um mech, um submarino e uma nave espacial.
B.I.O.T.A. conta com muitas partes de plataformas e uma enorme variedade de inimigos, que requerem abordagens diferentes, há ainda vários items e upgrades para encontrar, encorajando a total exploração do mapa de jogo.

O Bom:

O Mau:

B.I.O.T.A. tinha tudo para ser um jogo de nota 4 (ou até mesmo 5), mas algumas decisões artísticas e estruturais menos boas deitam tudo a perder. Sei que a alguns jogadores o estilo ultra-retro irá agradar, mas a mim não me convence. Principalmente quando vejo que o primeiro jogo que este developer fez (chamado Ghostly Matter) tem uma pixel art muito boa. Seja como for, é um jogo muito interessante que me divertiu, e isso é o mais importante. Recomendo.
Nota Final: 3/5
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Desloca-te de barco, trepa, interage e explora as bonitas ruinas de um mundo submergido.
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